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Idas e vindas, aeroporto, check in, espera e mais alguns medos de que não dê tempo de fazer tudo e chegar para a reunião. Tudo isso pode ser contornado com Web Conference.
Lógico, nada substitui o face to face quando se trata de negócios mas, na impossibilidade, na pressa, videoconferência cai bem.
E um Personal Web Conference?
A Creative lançou no exterior o inPerson Video Conferencing. Um equipamento portátil para videoconferências. Nada de outro mundo, um aparelho bem simples de se usar , com a já clássica tela LCD de 7 que vêm equipando DVD players portáteis e mini notebooks aos montes.
Tela , teclado numérico, câmera embutida, saída para display externo, duplo microfone embutido e ainda entradas para outro mic e para fones.
A conexão pode ser via wi fi ou rede cabeada. Poucos botões completam a solução. Nos EUA sai por US$700,00. Por aqui...
Publicado em 01/07/2008 - 20:08
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Não é o que estão pensando, eu não estou à procura de uma captação de fundos via lei Rouanet pra financiar minhas aventuras cinematográficas, nem to propondo ressuscitar a Embrafilmes pra me garantir o custeio artístico, mas bem que me senti um pouco Spike Lee testando a Panasonic HDC-SD9.
Considerada a menor do mundo que grava em full HD. Grava em definições de 1920 x1080p, a tão sonhada alta definição. Não significa que tem um HD embutido, ok? Nove dentre dez usuários domésticos de tecnologia, quando ouvem o termo full HD perguntam: - De quantos gigas é?
E não é culpa deles, é culpa do mercado de tecnologia que chafurda desesperado em siglas e mais siglas.
O mercado do vídeo digital é o campeão no quesito siglas. Por exemplo, eu poderia dar todos os specs da HDC-SD9 usando poucas letras. Bastaria dizer que além de full HD, ela tem sensor 3CCD, estabilizador O.I.S, zoom óptico de 10x, LCD de 2,7 wide, armazena em cartões SDHC, o sistema grava AVCHD chegando a até 3h de gravação no modo HE e o áudio é 5.1. Perfeito! Para os iniciados na arte de decorar siglas high tech, pelo menos.
Por isso é tão necessário, pegar, manusear, entender, bater cabeça. Do contrário o texto ficaria algo como um release de divulgação - instrutivo mas pouco decisivo. Algo assim :
Já chegaram ao Brasil as câmeras filmadoras da Panasonic para brigar no mercado das ultra portáteis.
São dois modelos 3CCD, a S9 e HS9, a diferença mais básica entre as duas é que primeira grava em cartão SD e a HS9 conta também com um HD de 60GB.
Testamos a S9 e a impressão inicial foi de surpresa com o tamanho mesmo, muito pequena e muito leve - (6,7 x 6,5 x 12,6 )cm. A ausência do HD elimina peso e aumenta a velocidade de gravação, os cartões SD suportam até 10MB/s de escrita além dos preços que tem caído substancialmente. Ela vem equipada com um cartão de 4GB, suficiente para gravar umas 3 horas no modo HE.
Pra quem quer bancar o cineasta como eu, ela chega à resoluções de cinema . Não é comum ainda as ultra portáteis comportarem resoluções full HD 1920 x 1080P. Famosas lentes LEICA para ajudar.
Além disso conta com um avançado modo O.I.S que é o recurso para minimizar os tremores de quem filma e a enjôo de quem assiste.
Ainda no campo da praticidade para quem filma, ela conta com enquadramento automático e consegue manter até seis rostos sob o foco automático.
O som 5.1 é conseguido com 5 cápsulas de microfone internas, possui função Wind cut, para minimizar ruídos de vento.
Eu também poderia concordar com a análise da CamcorderInfo americana de que a expectativa era grande em torno da HDC-SD9, pois nela foi implementado o recurso de gravação AVCHD em 17Mbps, contra 13Mbps nas Panasonic AVCHD anteriores e de que ela ainda está longe do bom e velho MiniDV HDV, apesar de ter melhorado na qualidade da imagem quando comparado à geração anterior de filmadoras AVCHD. Só que pro meu leitor soaria apenas pedante e mais um pouco de siglas.
Definitivamente, não é por aí.
De cátedra posso dizer apenas que ela é impressionantemente leve, que fiquei contente com a maneira eficiente de como ela corrige a luminosidade no modo automático e quando nos avisa sobre a necessidade de ativar o recurso O.I.S.
A ergonomia dos controles, ou seja, a facilidade de operação real também é boa, os controles ficam bem localizados e bem sinalizados.
Me incomodou a ausência de entrada para microfone e fones, me inspirou uma certa desconfiança, para algumas aplicações as entradas são necessárias. Gravações de entrevistas em salas fechadas geram uma reverberação desagradável.
Como a Panasonic consegue a façanha de gravar cerca de 1h30 de áudio e vídeo em alta qualidade usando um cartão de memória interno?
Eis a pedra no sapato do deste aprendiz de videomaker que vos fala:
- Ela grava no formato .MTS, algo como Mpeg Transport Stream. Ótimo, consegue gravar alta qualidade com velocidade.
Só que o usuário doméstico vai se ver obrigado a usar o software HD Writer 2.5E que veio incluso e aí o lazer vira trabalho. O software é até intuitivoe tem várias ferramentas de importação mas é limitadíssimo pra editar, é lentíssimo para converter para outros formatos .
Munido do cartão SD eu cometi a bobagem de transferir os filmes .MTS pro meu HD através do meu leitor de cartões, em seguida formatei o cartãozinho. Imaginei que bastaria abrir o filme .MTS no software e converter para o formato Mpeg convencional e trabalhar no meu software de preferência, ok? No way, o software apenas importa da câmera, nem se deu conta dos filmes no meu HD. Aí comecei a batalha atrás de CODECs que me permitissem manipular os .MTS em algum outro softrware. Olha, eu sou muito experimente, mas juro que passeei por mais de 10 fóruns, cumpri mais uma dezena de siglas. Consegui apenas assistir ao filme sem som, que provavelmente deve ter sido gravado em outro formato proprietário, em outra pasta do cartão.
O meu veredicto de cineasta amador é que é uma excepcional câmera, ultra portátil. Um luxo de design, operação e recursos, apenas mal portada de software. Com o tempo e o aprendizado é claro que é possível contornar os tropeços que tive, mas eu sempre levanto a bandeira da dúvida quando um equipamento grava em formato proprietário, é meu dever.
Se você está pensando em comprar uma fimadora digital de última geração não deixe de conhecer a Panasonic HDC-SD9, apenas alerto que falta uma evolução nos softwares em direção ao bom formato em que ela grava.
Publicado em 20/06/2008 - 20:12
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Publicado em 12/06/2008 - 16:52
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Falamos à vontade do notebooks low cost, suas vantagens e desvantagens, Tudo bem, sirva a quem servir. Só que tem o caso das pessoas que não podem nem sonhar com um notebook de parcos recursos.
São os que lidam com aplicações gráficas, áudio, vídeo, desenvolvimento de software, cartografia. Para estes não há saída, dependem diretamente de muito processador, tela, memória e pagam o que for preiso pelo conforto.
Se você não tem idéia do que seja um notebook "power destroyer" aí vai um.
A ASUS está lançando no exterior o M70. Não espere o peso de um ursinho de pelúcia feito os eeePCs. É um trator de quase 4 kg -3,78 kg pra ser mais preciso- mas o que tem nele vale todo o esforço.
O processador é parrudo, Intel Core2 Duo T9300 que trabalha com 2.5GHZ de clock. Melhor seria se fosse um Quadcore, como nos PCs de ponta, mas ainda não chegamos lá nos notebooks.
São 4 GB de RAM, o suficiente pra aguentar todos os recursos do Vista e ainda sobra muita memória para carregar telas riquíssimas, afinal a placa de vídeo ATI Mobility Radeon HD 3650 com 1 GB incrementa muito o poder gráfico do equipamento.A tela é de 17" e suporta resoluções de até 1920 x 1200.
Nada de DVD/RW, ele já vêm com Blue-ray entende? Mas relaxe, é opcional.
Sem miséria de armazenamento, 2 discos de 500 GB. Porque dois? Oras, você pode configurar um RAID0, ficar com 500 GB e ter redundância dos dados, aumentando sua segurança ou então encarar 1 TB para seus dados.
Uma bateria de 8 células sustenta esse exagero todo, mas como não é um equipo de alta mobilidade, creio que não seja problema.
Vai um?
Publicado em 05/06/2008 - 20:25
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Quem leu meu primeiro post deve se lembrar que falei que vez ou outra eu apareceria com uma alguma bugiganga bem sacada.
Pois bem, esse dia chegou. Antes que alguém torça o nariz por eu falar de uma balança, devo lembrar-lhes que a maioria dos executivos viajam muito, pessoas ligadas à negócios e finanças, portanto fiés visitantes do Portal exame, viajam.
Como a moda das viagens de avião econômicas pegaram no mundo todo, você deve perceber que as taxas de bagagem não estão mais diluídas no preço da tua passagem. São à cobradas á parte, e bem cobradas diga-se de passagem. Não vou entrar no mérito das taxas, nem fazer tabela do quanto cobram as companhias.Apenas topei com esse gadget multicomentado em fóruns de gente que curte bugigangas: A "Balanzza" pessoal para bagagens de voadores frequentes(como ficou horrível essa frase em português).
Nada mais é do que um display, 3 botões e duas alças-uma para a prender a alça da mala e outra para alçá-la do chão e saber de imediato quando vai custar teu exagero de bagagem e assim planejar sua economia.
Gadget bobinho? Muito!
Bem sacado? sem dúvida.
Custa US$25.00 lá fora.
Publicado em 03/06/2008 - 21:43
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Osmar Lazarini é Gerente de Produto do Portal Exame e escreve sobre tecnologia pessoal no Portal. olazarini@abril.com.br ![]() |
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