
Falamos à vontade do notebooks low cost, suas vantagens e desvantagens, Tudo bem, sirva a quem servir. Só que tem o caso das pessoas que não podem nem sonhar com um notebook de parcos recursos.
São os que lidam com aplicações gráficas, áudio, vídeo, desenvolvimento de software, cartografia. Para estes não há saída, dependem diretamente de muito processador, tela, memória e pagam o que for preiso pelo conforto.
Se você não tem idéia do que seja um notebook "power destroyer" aí vai um.
A ASUS está lançando no exterior o M70. Não espere o peso de um ursinho de pelúcia feito os eeePCs. É um trator de quase 4 kg -3,78 kg pra ser mais preciso- mas o que tem nele vale todo o esforço.
O processador é parrudo, Intel Core2 Duo T9300 que trabalha com 2.5GHZ de clock. Melhor seria se fosse um Quadcore, como nos PCs de ponta, mas ainda não chegamos lá nos notebooks.
São 4 GB de RAM, o suficiente pra aguentar todos os recursos do Vista e ainda sobra muita memória para carregar telas riquíssimas, afinal a placa de vídeo ATI Mobility Radeon HD 3650 com 1 GB incrementa muito o poder gráfico do equipamento.A tela é de 17" e suporta resoluções de até 1920 x 1200.
Nada de DVD/RW, ele já vêm com Blue-ray entende? Mas relaxe, é opcional.
Sem miséria de armazenamento, 2 discos de 500 GB. Porque dois? Oras, você pode configurar um RAID0, ficar com 500 GB e ter redundância dos dados, aumentando sua segurança ou então encarar 1 TB para seus dados.
Uma bateria de 8 células sustenta esse exagero todo, mas como não é um equipo de alta mobilidade, creio que não seja problema.
Vai um?
Quem leu meu primeiro post deve se lembrar que falei que vez ou outra eu apareceria com uma alguma bugiganga bem sacada.
Pois bem, esse dia chegou. Antes que alguém torça o nariz por eu falar de uma balança, devo lembrar-lhes que a maioria dos executivos viajam muito, pessoas ligadas à negócios e finanças, portanto fiés visitantes do Portal exame, viajam.
Como a moda das viagens de avião econômicas pegaram no mundo todo, você deve perceber que as taxas de bagagem não estão mais diluídas no preço da tua passagem. São à cobradas á parte, e bem cobradas diga-se de passagem. Não vou entrar no mérito das taxas, nem fazer tabela do quanto cobram as companhias.Apenas topei com esse gadget multicomentado em fóruns de gente que curte bugigangas: A "Balanzza" pessoal para bagagens de voadores frequentes(como ficou horrível essa frase em português).
Nada mais é do que um display, 3 botões e duas alças-uma para a prender a alça da mala e outra para alçá-la do chão e saber de imediato quando vai custar teu exagero de bagagem e assim planejar sua economia.
Gadget bobinho? Muito!
Bem sacado? sem dúvida.
Custa US$25.00 lá fora.
Um dos gadgets mais promissores surgidos nos últimos tempos não carrega o que há de melhor em tecnologia. Esta tese já foi defendida na Exame na matéria "O triunfo do Low-tech" http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0916/tecnologia/m0156981.html, que abordou os novos mini notebooks, pobres em poder e ricos em utilidade e também outros dispositivos ricos em utilidade e facilidade de uso.
Pois bem, chegou em minhas mãos um modelo da Positivo. O Mobo chega ao mercado com a aposta de que o consumidor vai preferir os mais baratos ao invés dos mais requintados do gênero.
Seus principais adversários são o eeePC da Asus e o 2133 da HP.
Dos três, o Mobo é o que vem com a configuração mais modesta, com processador de 1GHZ, 512 de RAM, 2 GB de armazenamento flash, leitor de cartões, 2 portas USB e a telinha de 7 polegadas. Nem por isso ele está fora da briga, a aposta da Positivo é correta:- Venderá mais quem puder ser encontrado com o melhor preço e condições. Isto é fato e ponto final, não é um hardware de quem nada em dinheiro.
O Mobo estará à venda em grandes redes com todos os parcelamentos possíveis que estas conseguem praticar.
Mas vamos à experiência, eu já tinha estado cara a cara com um eeePC e um 2133 sem contudo testá-los. A primeira impressão do Mobo foi das melhores à começar pelo design preto e prata, minúsculo feito um DVD player portátil.
Ser pequeno carrega a alegria da portabilidade total mas também o incômodo do teclado apertado, a tela com letrinhas miúdas e achatadas. O 2133 da HP foi o melhor teclado e a melhor tela(8,9") que vi nesta categoria, mas não espere um preço muito camarada quando ele chegar, a configuração é robusta e ele cairá na classe da dúvida entre um mini note e um notebook convencional.
Ao contrário do eeePC que vem com Linux instalado, o Mobo já vem com Windows XP - isto mesmo que você leu, Vista não, XP-, o que já acho uma grande vantagem, já prontinho pra labuta de light users com BrOffice, Aurélio, Reader 8,Discador, web cam integrada e pré disposto à redes com porta ethernet e wi-fi. Uma prática saída VGA o deixo apto a apresentações via datashow.
O modesto armazenamento de 2GB pode ser facilmente driblado com o leitor de cartões SD, mas as duas portas USB contra quatro do eeePC me parece preocupante pra quem pretende usar como computador principal, um pen drive e uma impressora nele e tchau. Mas não chega a ser uma tragédia, um HUB USB custa 20 reais por aí.
No que realmente importa ele foi magistral, 3h47 minutos de duração da bateria. Isso não é pouco e é muito útil pra quem pretende usar na faculdade , por exemplo. O peso de 1,1Kg contra pouco mais de 900 gramas do eeePC também não atrapalha, mas o carregador do Mobo é o mais descomunal que eu já vi na vida. É leve mas tem o dobro do tamanho de um carregador de notebook convencional. O porquê disso? Não sei, sinceramente. Depois que publiquei o post a assessoria me informou que se tratava de um carregador não original e que o que vem com o Mobo é cerca de 30% menor que o de um notebook convencional. Já sabe, se for comprar, verifique.
Um mérito ninguém tira dele, a garantia e o suporte da Positivo faz a ASUS comer poeira, pelo menos no Brasil.
Na casa dos 1000 reais, acredito que é um tipo de equipamento que ainda vai ser muito badalado este ano.
Pra quem estiver pensando no seu filho para o próximo natal, coloquei minha filha de 6 anos para testes mais "desprovidos de espírito high tech". Ela gostou! Mas deu o seguinte parecer:
- Esta telinha é muito pequenininha, prefiro brincar no seu computador.
Falar sobre um gadget é uma coisa, testar é outra.
Assim publiquei o lançamento do BlackBerry Pearl, foi a sensação imediata de desejo que tive ao ver as funcionalidades e o design do produto. Mas fui desafiado(e topei) a testar o serviço Vivo Co-Piloto que equipa o BlackBerry Pearl 8110 e aí vem a graça de descrever o empirismo.
Ao tirar da caixa a grande surpresa: Design muito mais bonito do que eu presumia. As cores prata e titanium e o formato reduzido dão aquele ar de celular chique que tanto buscamos.Além disso tudo parece robusto, coisa feita pra encher os olhos e aguentar o batente.
E já que estamos falando de primeiras impressões, minha opção inicial foi conectar-me à rede sem fio. Bingo!Em segundos eu estava apto à acessar o mundo.
Outra surpresa agradável, o sensibilíssimo mouse bolinha bem no centro do aparelho me fazia navegar fácil pelos múltiplos menus repletos de funções, emails, messegers, agendas, ferramentas das mais diversas. Apanhei dolorosamente do teclado alfanumérico padrão "qwerty" nos primeiros momentos, preferiria uma bela tela sensível ao toque com reconhecimento de escrita.
Dificuldades dribladas logo. O teclado "Qwerty" ainda era inédito pra mim em celulares, os que me lembro eram sequenciais. O padrão querty só ajuda a quem digita em inglês e com as duas mãos. Não é o caso dos brasileiros, muito menos de celulares onde se usa um ou dois dedos apenas.
A tela bonita e brilhante não foi suficiente para os meus olhos cansados, tive que apelar pros meus óculos de leitura.Não dava pra esperar milagres visuais em um quadradinho de 4x4cm.
1º Round - Cadê o sinal?
Mas vamos ao serviço Co-Piloto, a primeira tentativa de localização foi aqui no prédio da Abril, me retornou "sinal fraco do GPS", nada. Tudo bem, não vou exigir sinal no 20º andar para um serviço feito para funcionar à céu aberto. Cheguei no térreo,nada. Cheguei na rua e ôpa! Me achou!
Mas deixei para traçar rota no dia seguinte.
2º Round - De Co-Piloto pro trabalho.
Pertinho, da Lapa até Pinheiros, na Rua Clélia: Sinal fraco, nada.
Na Av. Pompéia o sinal ficou claro e a bela telinha surgiu com o mapa em leve perspectiva 3D e com ela os comandos certeiros de voz me guiando perfeitamente-recomendável usar viva-voz automotivo ou fone,ok?
Nesta tela já não senti mais a falta dos óculos.
Tive o cuidado de escolher o caminho mais curto de uma rota que eu conhecia perfeitamente.
Ele foi excepcional nas sugestões até mais da metade do caminho, depois desviou-me por uma causa justa: Mostrou um caminho por vias mais conhecidas do que o que eu estava acostumado fazer. Ponto pra ele.
Cometi trê erros propositais. O objetivo era ver como ele recalculava a rota e foi bem esperto na velocidade do alerta. Só que em um dos erros delas o Co-Piloto me deu o comando meia quadra após passar a rua recomendada e no recálculo seguinte, me sugeriu uma conversão proibida.
No final das contas me levou até onde eu precisava ir e isso é fundamental.
3º Round - Rumo à praia.
O segundo round foi mais complexo, me levar da marginal Pinheiros até minha casa, em Santos.Praticamente um neófito em localizadores-e sempre abordo os equipamentos assim-, custei a entender que precisava encerrar a rota anterior para que a nova fosse posta em prática, mas enfim efetivou-se e foi muito bem. Na saída da bandeirantes, ele me direcionou para um caminho sinistro ao invés do óbvio. Ao invés de sugerir a saída à direita direto da Av.Bandeirantes para a Imigrantes, ele me sugerir ir reto, sentido Anchieta, foi mal.No recálculo sugeriu alças inúteis que depois de umas voltinhas me levariam para a Imigrantes. Regular.
Mas ele não perdeu o sinal nesses 75Km e portou-se muito bem, só que ao terminar a serra o caminho que ele me levaria até minha casa passaria por São Vicente. Conclusão, o caminho mais curto seria mais longo e com risco de eu me perder posto que São Vicente e Santos são labirintos, cheguei a ver os chifres do Minotauro.
No recálculo seguinte ele foi tão preciso que foi praticamente um pedido de desculpas, evitou erros mesmo.
4º Quarto round - de volta à sampa.
A volta teve um recálculo mais complicado. Usei o mesmo endereço da Rua Sumidouro em Pinheiros que eu tinha guardado nos favoritos. O equipamento demorou a calcular a rota. Apenas na saída para a Imigrantes é que o Co-Piloto me mostrou as coordenadas. À partir de então, sem complicações, nem perdeu o sinal e nem me ofereceu opções bizarras de rota.
Também devo ressaltar que achei o serviço um devorador voraz de bateria.
A conclusão é que o serviço, por ser relativamente barato, vale a pena ser contratado.Não espere milagres da eficácia, pois mesmo os melhores navegadores do mercado-com hardware dedicado-, não podem ser cegamente confiáveis.
Como serviço agregado, de um smartphone que possui toda a qualidade de comunicação e serviços, ele me caiu muito bem.E lembro a todos que o Co-Piloto também é cultura, aprendi nomes de ruas que eu nunca havia prestado atenção.
O mundo dos smartphones e celulares plenos de recursos é imenso e a tendência é que cresça muito, tem muito prana a respirar até que atinja o nirvana da tecnologia. Taí o 3G arrebentando a boca do balão e revirando todos os modelos novamente.A Vivo e a RIM - para quem não sabe, é a abreviatura de Reasearch In Motion- lançam no Brasil o BlackBerry Pearl 8110. O modelo fica menos sisudo que os anteriores da marca, deixam de lado a pose de pockets corporativos e trazem cores titanium e rosa claro, de olho no crescimento do público feminino na sua base de usuários.
Entre as boas surpresas traz câmera e GPS integrado o que o torno compatível com o serviço navegador Vivo Co-Piloto. O serviço Co-Piloto funciona por meio de uma mensalidade de 17,99 que inclui o tráfego de dados e traça rotas com orientações por voz e mapas, além de pontos comerciais e turísticos com cobertura de 150 cidades.
Ele é baratíssimo, à partir de R$299,00 - desde que você contrate um pacote de voz caríssimo, o Vivo Escolha 650 e uma pacote ilimitado de dados.
O hardware é bom, câmera de 2MP que grava vídeos de até 240x180, vem com cartão microSD de 1GB e slot externo para mais espaço conforme a evolução dos cartões e bons softwares para entretenimento. Permite a configuração de até 10 contas corporativas de email.
Mais um na briga pelo smartphone ideal, mas a peleja mal começou.

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