
Luisa Mendes
Eu acho que é. Já pensou se eu ficasse pequena para sempre, como nesta foto, quando eu tinha seis meses de idade? Outro dia perguntei para um empreendedor que lê a nossa revista se um pequeno empresário deve se conformar em continuar sempre pequeno. Ele me disse "Quem se conforma em ver a sua empresa sempre do mesmo tamanho não é um empreendedor. É uma pessoa que resolveu ser empregado de si mesmo."
Fiquei pensando nisso e acho que ele tem razão. Não há nada de errado em quem toma a decisão de ter um pequeno negócio e pronto. Mas isso, a rigor, não é empreender -- pelo menos não no sentido completo da palavra, que inclui tomar riscos e gerar riquezas a seu redor.
Pensei nisso agora, ao entrar aqui para lembrar a vocês que as inscrições para a nossa pesquisa que aponta as 100 pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil já começaram. Não deixe de inscrever a sua. Não faz mal se ela não ficar entre os primeiros lugares. Não é uma competição, nem há prêmios. O objetivo é entender o que as pequenas e médias empresas que crescem fazem em comum. Vou voltar a falar disso nos próximos posts. Por enquanto, façam a inscrição, clicando aqui.
Quero saber a sua opinião: por que crescer é fundamental para uma PME? Clique abaixo para responder
Publicado em 01/07/2008 - 20:30
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Luisa Mendes
O Nelson, de Minas Gerais, nos escreveu para contar que tem uma empresa de fundição que atua com compra e revenda de peças fundidas de terceiros. Ele diz que a carteira de pedidos vive cheia, que a fábrica foi feita com equipamentos modernos e ambientalmente adequados. Os recursos foram levantados por uma linha de longo prazo do BNDES. Seu sistema de informações, diz ele, é moderno, seguro e ágil. Os sócios têm mais de 15 anos de experiência de mercado e 2 deles já atuaram no setor em uma empresa que foi vendida para uma multinacional. Diz Nelson: "Acredito que o somatório desses elementos torna esse negócio interessante para um fundo de investimentos."
E vocês, também acham que a empresa do Nelson é atraente para um fundo de venture capital? Se sim, por quê? E por que não? Clique abaixo para dar sua opinião
PS: o Nelson não sabe direito como funciona uma parceria desse tipo. Recomendamos que ele leia uma reportagem que fizemos sobre isso.
Publicado em 28/06/2008 - 20:13
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Luisa Mendes
Sempre que converso com gestores de fundos de risco que investem em pequenas e médias empresas escuto a mesma coisa: não falta dinheiro para investir -- faltam empresas com projetos realmente bons. Outro dia, almocei com o leitor Hélio Bezerra, da Fator 9, que conheci aqui. Ele conhece muita gente desses fundos e me disse que é isso mesmo. Vejam que o que ele escreveu no blog:
Há no mercado uma série de fundos dos mais variados tipos e com foco em todos os segmentos da economia. Eles têm recursos para investir, mas não têm encontrado bons projetos.
E propõe a seguinte questão:
Na opinião de vocês, o que pode atrair a atenção de um sócio capitalista para o seu negócio?
Clique abaixo, em comente, para dar a sua opinião
Publicado em 27/06/2008 - 09:15
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Luisa Mendes
O Hugo Vidotto, repórter que acaba de entrar para a equipe da EXAME PME, voltou agora da rua com a seguinte notícia:
O Profarma, programa de apoio ao desenvolvimento da indústria de saúde no Brasil, criado pelo BNDES, foi reformulado há cerca de um mês. Com um novo orçamento, de 3 bilhões de reais válidos até julho de 2012, o programa ganhou uma nova modalidade para aporte de recursos, que também estará disponível às pequenas e médias empresas do setor. A iniciativa (que ainda está em desenvolvimento, mas que deve ser divulgada em breve) prevê a liberação de até 90% dos custos de pesquisa e desenvolvimento de qualquer produto da área de saúde que esteja em uma lista dos produtos considerados prioritários pelo governo. Se o projeto vingar, o BNDES tem participação nos resultados, que será definida por contrato. Se não, o empreendedor arca com os 10% que investiu e não precisa retornar o investimento. O prazo para utilização é de 15 anos.
É sempre bom saber de iniciativas que fomentam a inovação no país -- sobretudo se elas abrem portas para as pequenas e médias empresas. O que vocês acham? Clique abaixo em "Comente"
Publicado em 25/06/2008 - 17:56
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Luisa Mendes
O post "Existem boas idéias sem dinheiro?", que fiz algumas semanas atrás, foi um dos que mais motivou discussões até agora. Um comentário muito interessante foi feito pela leitora Vera Souza:
Sim, existem! Mas existe um forma de proteger uma idéia? Não se trata de marca, patente, ou copy right. Vou dar um exemplo: no comércio de flores, onde as empresas são criativas e a todo momento estão inventando kits diferentes. Se uma delas tem uma idéia de um kit nunca antes comercializado, assim que ela expôr na loja ou na internet os concorrentes irão copiar e ganhar dinheiro com a idéia alheia. E se a empresa que teve a idéia é pequena e a concorrente é bem maior e mais capitalizada, ela poderá explorar de forma mais agressiva e com maior abrangência a idéia que partiu da outra menor. Então, o que fazer?
Diga como o empreendedor pode proteger uma idéia clicando abaixo em "Comente"
Publicado em 23/06/2008 - 10:17
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A editora de Exame PME, Maria Luisa Mendes, escreve sobre o que os pequenos e
médios empresários não podem deixar de saber.
Maria Luisa Mendes, editora![]() |
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